quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Maçonaria de Acopiara se prepara para realizar show de humor com Luana do Crato

A loja maçônica de Acopiara, Irmão Raimundo Teixeira Lima Nº 26 realiza no próximo dia 05 de dezembro, na abertura das férias, um show de humor beneficente com Luana do Crato. 

 O evento será realizado no Clube Social de Acopiara, a partir das 21 horas. A entrada custará apenas R$ 15,00, mais um kg de alimento não perecível. Mais informações: 88-99641-1444

Evite o desperdício de água em Acopiara: uma campanha da loja Maçônica, Raimundo Teixeira Lima

A Loja Maçônica de Acopiara, Irmão Raimundo Teixeira Lima Nº 26 lançou uma campanha objetivando conscientizar a população para evitar o desperdício de água no município neste momento de crise. Seja um parceiro nesta luta que é de todos.

Estamos de volta!

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Maçonaria não é poder. Maçonaria é servir

Maçonaria não é Poder. Maçonaria é Servir - Artigo do Grão Mestre Barbosa NunesServir é trabalhar como servo de uma justa e boa causa em favor da humanidade. É ser útil, prestar serviço voluntário. No sentido material da palavra poder é mandar, dominar e na definição sociológica poder é habilidade de impor a sua vontade sobre os outros, mesmo se estes resistirem de alguma maneira, maçonaria não é poder. O maçom não deve praticá-lo e ao contrário, rejeita-lo. Milenar como é, a maçonaria está presente em todos os países do mundo, permitida ou não, em democracias e governos totalitários, sempre atuando socialmente. 

Valho-me da Loja Maçônica “São Paulo” 43, para identificar homens que fizeram da virtude, sua principal causa de vida, tornando-se merecedores da gratidão e reconhecimento por tudo o que realizaram em prol da humanidade. São milhares. Muitos anonimamente, outros desconhecidos e centenas cravados nas histórias de seus países, das quais retiro alguns poucos nomes, sintetizando suas lutas e conquistas. 

Na África do Sul, o símbolo da libertação e da luta contra “apartheid”, Nelson Mandela. 

Na Alemanha, Beethoven, um dos mais célebres compositores clássicos, Pestallozzi, fundador da moderna pedagogia. Ludwig Mendelssohn, gênio criador de sonatas, concertos e sinfonias, Thomas Mann, premio Nobel de Literatura de 1929, Bach, compositor da era clássica, Johann Wolfgang von Goethe, autor do poema dramático “Fausto”, considerado uma das maiores obras literárias. É o maior poeta da Alemanha. 

Na Argentina, José de San Martin, libertador de Argentina, Chile e Peru; José Ingenieros, autor de numerosos trabalhos no campo da psiquiatria e criminologia. 

Na Áustria, o gênio da música clássica, maior de todos os compositores clássicos, Wolf Gang Amadeus Mozart, Schuber, gênio imortal dos grandes clássicos. Na Bélgica, Lafontaine, defensor dos direitos humanos e prêmio Nobel da Paz de 1913. 

No Brasil a lista é imensa, pois os maçons estão presentes em toda a história do país, em movimentos regionais e nacionais, como Inconfidência Mineira, Libertação dos Escravos, Proclamação da República, movimentos políticos em favor da democracia, fundação de Brasília, centenas de obras sociais, defesa do meio ambiente, prevenção ao uso de drogas e sobretudo, neste momento, posição nítida com o movimento “A Favor da Moralidade – Contra a Corrupção”. Precisaríamos de inúmeros artigos para destacar a importância dos maçons brasileiros. Alguns como padre Diogo Feijó, jornalista Menotti Del Picchia, político pernambucano Saldanha Marinho, Antônio Carlos Gomes, autor da Opera “O Guarani”, músico Luiz Gonzaga, Joaquim Gonçalves Ledo, figura principal da Independência do Brasil, presidente Deodoro da Fonseca, Francisco Jê de Acayaba Montezuma, um dos fundadores do Instituto da Ordem dos Advogados Brasileiros e fundador do Supremo Conselho do Grau 33 do Rito Escocês Antigo e Aceito, Visconde de Taunay, membro fundador da Academia Brasileira de Letras, Hypólito da Costa, fundador do primeiro órgão da imprensa brasileira, Correio Brasiliense. Jornalista e orador sacro Cônego Januário da Cunha Barbosa, artista circense “Carequinha”, que alegrou pais e crianças pelo Brasil inteiro, militar e estadista Duque de Caxias, Bento Gonçalves da Silva, comandante da Revolução Farroupilha, Evaristo da Veiga, autor da letra do Hino da Independência, José do Patrocínio, Evaristo de Moraes, Senador Vergueiro, ator e teatrólogo João Caetano dos Santos, poetas Tomás Antonio Gonzaga, Casimiro de Abreu e Castro Alves, Benjamin Constant, a quem se deve a adoção da divisa “Ordem e Progresso”, na bandeira brasileira, patriarca da Independência José Bonifácio de Andrada e Silva. Criador da União dos Escoteiros do Brasil, Benjamin de Almeida Sodré, historiador Rocha Pombo. Fundador do Instituto Butantã, Fernando Prestes de Albuquerque, Senador Ubaldino do Amaral Fontoura, entre outras figuras tão importantes quanto estas. 

Na Inglaterra, Alexander Fleming, Shakespeare, Rudyard Kipling, ator Michael Caine, compositor Sullivan, Arthur Conan Doyle, criador do mais famoso detetive da história, Sherlock Holmes e Peter Sellers, genial ator cômico e de sua filmografia podemos citar “A pantera cor de rosa”, entre outros. 

No Canadá, uma carreira e uma missão de determinação e tenacidade, instituindo o voto para população indígena, John George Diefenbaker. 

No Chile, Bernardo O’Higgins e Salvador Allende. Em Cuba, José Julián Marti Y Perez, patriota e mártir. No Egito, o fundador da Universidade do Cairo em 1906, Ahmed Fuad Pasha. Na Escócia, o ministro da Igreja Presbiteriana, James Anderson. 

Na Espanha, o filósofo José Ortega y Gasset; nos Estados Unidos George Washington, Benjamin Franklin, Roosevelt, Louis Armstrong, King Camp Gillett, este inventor da lâmina de barbear, Martin Luther King, líder dos movimentos de direitos civis, Truman, Lindon Johnson. 

Na França, filósofo Voltaire, químico Lavoisier, autor da famosa frase: “Na natureza nada se cria, tudo se transforma”. Frederic August Bartholdi, escultor da Estátua da Liberdade, doada aos Estados Unidos pelo governo francês, astrônomo Laplace, escritor Alexandre Dumas, Charles Richet, prêmio Nobel de Medicina em 1913 e Marios Lepage, precursor da reaproximação entre maçonaria e a Igreja. 

Poderia citar outros importantes nomes de maçons históricos da Costa Rica, Dinamarca, Finlândia, Filipinas, Gana, Grécia, Guiana Francesa, Itália, Japão, Jordânia, México, Mônaco, Nicarágua, País de Gales, Rússia, Suíça, Suécia, Tunísia, Ucrânia e outros muitos. Concluo citando de Portugal, escritor Antero de Quental e jornalista Camilo Castelo Branco. 

Esta é a maçonaria, que procura formar-se com homens de todas as raças, credos e nacionalidades que se reúnem com a finalidade de construírem uma sociedade humana fundada no amor fraternal, na esperança com amor à Deus, à pátria, à família e ao próximo, com tolerância, virtude e sabedoria, não lutando e nem querendo poder material, mas em missão de servir.

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

O Regresso

Desde que chegaste ao mundo do ser, uma escada foi posta diante de ti, para que escapasses. Primeiro, foste mineral; depois, te tornaste planta, e mais tarde, animal. 

Como pode isto ser segredo para ti? 
Finalmente, foste feito homem, com conhecimento, razão e fé. 
Contempla teu corpo - um punhado de pó - vê quão perfeito se tornou! 

Quando tiveres cumprido tua jornada, decerto hás de regressar como anjo; depois disso, terás terminado de vez com a terra, e tua estação há de ser o céu, e contemplarás o Sol de perto.

 

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

20º Distrito Maçônico entra na luta para salvar o Hospital Regional de Iguatu que agoniza por falta de investimento


20º Distrito Maçônico que compreende quatro lojas maçônicas na região centro sul do Ceará está trabalhando para conseguir apoio junto as autoridades competentes objetivando a reestruturação do Hospital Regional de Iguatu. 

"O hospital agoniza por falta de investimento". 

Uma grande frente de mobilização foi montada pelos maçons da região para garantir recursos e consequentemente a realização dos serviços. "A sociedade deve se engajar nesta luta como a maior parceira", disse o representante do Sereníssimo Grão-Mestre, Valdizio Modesto. 


A última reunião para discutir o assunto foi realizada na Loja Maçônica de Cariús, na última sexta-feira. Um grupo de maçons participou das discussões.

terça-feira, 11 de novembro de 2014

Os Maçons Tornam-se Desnecessários quando...

Decorrido algum tempo de sua Iniciação ao primeiro grau da Ordem, já demonstram desinteresse pelas sessões, faltando constantemente, demonstrando não estarem comprometidos com a Instituição, apesar de terem aceito a Iniciação e terem feito um juramento solene; 

Ao tempo da apresentação de trabalho para aumento de salário, não tem a mínima ideia dos assuntos dentre os quais podem escolher os seus temas. Simplesmente copiam alguma coisa de um livro e apresentam-no, pensando que ninguém vai notar; 

Durante as sessões, já "enturmados", ficam impacientes com as instruções, com a palestras ou com a palavra dos Irmãos mais velhos, achando tudo uma chatice, uma bobagem que atrasa o ágape e a esticada; 

Ainda Companheiros, começam a participar de grupos para ajudar a eleger o novo Venerável e, não raro, já pensando seriamente em, assim que chegarem a Mestres, começarem a trabalhar para obter o "poder" na Loja; 

Mestres,não aceitarem que ainda não sabem nada a respeito da Ordem e acharem que estudar e comparecer ao máximo de sessões do ano é coisa para administração, para companheiros e aprendizes; 

Mestres, as participarem das eleições como candidatos a algum cargo na Loja, principalmente para o de Venerável, e não forem eleitos, sumirem ou filiarem-se a outra Loja onde poderão ter a "honra" de serem cingidos com o avental de M.'. I.'., que é muito mais vistoso do que o de um "simples" Mestre; 

Já Mestres e até participando dos graus filosóficos não terem entendido ainda que o essencial para o verdadeiro Maçom é o seu crescimento espiritual, a sua regeneração, a sua vitória sobre a vaidade e os vícios, a aceitação da humildade e o bem que possam fazer aos seus semelhantes; e que, a política interna, a proteção mútua, principalmente na parte material, é importante mas não essencial; 

Como Aprendiz, Companheiro ou Mestre,não entenderam que a Loja necessita que suas mensalidades estejam rigorosamente em dia, para que possam fazer frente às despesas que são inevitáveis; 

Como Veneráveis Mestres,deixam o caos se abater sobre a Loja, não sendo firmes o suficiente para exercer sua autoridade; não tendo um calendário com programação pré-definida para um período; não cobrando de seus auxiliares a consecução das tarefas a eles determinadas, e não se importando com a educação maçônica, que é primordial para o aperfeiçoamento dos Obreiros; 

Como Vigilantes, não entendem que, juntamente com o Venerável Mestre, devem constituir uma unidade de pensamento, pois em todas as Lojas nas quais um ou os dois Vigilantes não se entendem com o Venerável, o resultado da gestão é catastrófico; 

Como Guarda da Lei, nada sabem das leis e regulamentos da Potência e de sua própria Loja, e usam o cargo apenas para discursos ocos e intermináveis; 

Como Secretários, sonegam à Loja as informações dos boletins quinzenais, as correspondências dos Ministérios e, principalmente, os materiais do departamento de cultura, que visam dotas as Lojas de instruções e conhecimentos que normalmente não constam dos rituais, e são importantes para a formação do Maçom; 

Como Tesoureiros , não se mostram diligentes com os metais da Loja, não se esforçam para manter as mensalidades dos Irmãos em dia e não se importam com os relatórios obrigatórios e as prestações de contas; 

Ø Como Hospitaleiros, não estão atentos aos problemas de saúde e dificuldades dos Irmãos da Loja. Quando constatamos que em grande número de Lojas, com uma freqüência média de vinte Irmãos, se recolhe um tronco de beneficência de R$ 10,00 (dez reais) em média, todos são desnecessários, pois a benemerência é um dever do Maçom; 

Como Chanceleres, não dão importância aos natalícios dos Irmãos, cunhadas, sobrinhos e de outras Lojas. Quando, em desacordo com as leis, adulteram as presenças, beneficiam Irmãos que faltam e não merecem este obséquio; 

Quando a Instituição programa uma Sessão Magna Pública para homenagear alguém ou alguma entidade pública ou privada,constata-se a presença de um número irrisório de Irmãos, dando aos profanos uma visão negativa da Ordem, deixando constrangidos aqueles que se dedicaram e se esforçaram para realizar o evento à altura da Maçonaria. Todos esses Irmãos indiferentes, que não comparecem habitualmente a essas sessões, são desnecessários à nossa Ordem.

Trabalho da web